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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ano Novo vem ai!

Ano Novo vem aí!
autor Pedrito S. Ávila
15:28 h 23/12/10

Ano novo
Nova vida?
Tudo novo de novo
Será ?

Por que será
Novo
Por que o calendário
Mudou

Por que será?
O seu ser
Amargo, mesquinho, egoísta
Reformulou-se

A família nestas festas
Alinho-se, desculpo-se
O quebrou-se!
E com a esperança desanimou-se

Oh mundo velho!
O Criado perfeito,
Estabilizou-te
Ou Deus que o criou
Avisou-te.

Que para fim
Não se falta nada
Mas sim um breve olhar
E o seu analisar

Pois a esperança
Ainda resta para aqueles
Que ainda Te confessão
E ainda correm pelas promessas.

Ano novo
Não tem data
Ano novo
Tem sim atitude.

Atitude não e verbal
Atitude não se conversa
Atitude sim e um ato
Ato de 360º.

Ano passou
O outro veio
a oportunidade tem batido
Mas não e o ano mas é hora
E a hora é agora.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Natal!

Natal puro sentimento e frustração.
Autor: Pedrito de Souza Ávila

Quando me perguntam:
O que acha do natal?
Olho como vai a minha vida e a de outros
penso, calado

Não se confunda parceiro!
Muitos aparentam ser felizes
E muitos estão infelizes.
Mas penso em fazer algo

Infância ..........
Crianças ........
Desejos..........
Sonhos todos têm

Mas para que serve a vida rica?
E a vida pobre?
Se as frustrações estão debaixo de todos os tetos.
Se ambos estão no mesmo perfil,

De que lhe serve o dinheiro?
Se não tem amor!
E a pobreza? Se não tem sabor!
Se amargo é o labor.

Se a família é fria,
E mais tarde depois de tudo
A cama é água fria.
E a barriga é vazia


A mansão é pura fantasia,
E o barraco é casa, ou utopia?
Pelos que estão la fora, se torna tudo em frustração,
E da frustração resta a esperança.

Pois sabe-se que muitos
La fora sem nada,
E na certeza que na fartura
A esperança se escassa.

Natal data imprecisa!
Data oportuna ou comercial?
Data de encontro?
Não sei, desencontros com certeza.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

E agora José?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Livro do Amaury!

Amaury Ribeiro Jr.: Os porões da privataria

Os porões da privataria
Amaury Ribeiro Jr.
Introdução
Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do País, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três de seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, têm o que explicar ao Brasil.
Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marin Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marin. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como Marin é conhecido, precisa explicar onde obteve US$3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos de 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra, e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil…
Atrás da máxima “siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.
A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República, mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista, nomeado quando Serra era secretário de Planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$448 milhões(1)para irrisórios R$4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC. (Ricardo Sérgio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m…”, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico(2).
O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$3,2 milhões no exterior por meio da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova Iorque. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.
A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$17 mil (3 de outubro de 2001) até US$375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a Presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$1,5 milhão.
O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, por intermédio de contas no exterior, US$20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.
O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, dentre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.
Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do País para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresaDecidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.
Financiada pelo Banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas têm o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.
Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$7,5 milhões em ações da Superbird.com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A. Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.
De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante ao Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no País. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia pelos sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no País.
Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações – que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade”, conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” –, foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e às contas sigilosas da América Central ainda nos anos de 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenci
Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.
(1) A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$3,2 por um dólar.
(2) As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco
postado por:www.viomundo.com.br 04/06/2.010 19:39 h

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pó de Serra!

De:pedrito S.Ávila 19/08/2.010

E muito fácil notar por que o Brasil a 16 anos atrás era uma país sem rumo, pois podemos ver que o grupo que comandava este país nunca lutaram para estar onde estavão, nunca tiveram projeto, todo os enlatados econômicos sociais e educacionais que vinham de fora, tentavam implantar em um país que aspirava um espaço de liderança na America do sul e até no cenário mundial, pois tinha uma grandiosidade não só nas suas riquezas, no seu tamanho, mas na vontade de seu povo de vencer as cortinas de fumaça que impedia de nos destacarmos entres as grandes nações, pensamos sim! Que poderia até ser má intenção destas pessoas de segurar o nosso país poderia ser influência externa para impedir de nosso país a crescer, mas com certeza foi incompetência. Mas o que podemos ver o seguinte a partir que povo começou a deslumbrar-se e se interessar mais pelo país, foram caindo as mazelas, e os impérios implacáveis que usufruíam deste país, e os políticos que pareciam ser os donos do mundo mostraram porque o nosso país não ia para frente, depois de duas eleições que não conseguiram de forma alguma mostrar ou transmitir confiança ao povo que poderia resolver os problemas deste país, agora vemos o naufrágio de uma geração que suponho que tenha enganados até eles mesmos, estamos vendo ai, que já estamos quase na metade de uma campanha eleitoral e não conseguiram acrescentar nada de agradável ou convincente para que pelos menos o povo desse ouvidos a suas proposta, estamos vendo sim é eles perdendo o resto da credibilidade. Digo sim perderam uma grande oportunidade pelo menos nestes 4 últimos anos de se fazer um aliança em prol país, e com isto este país com certeza teria avançados muito mais, e hoje pelos menos teria em suas consciência participação na arrancada deste país, mais preferiram sim fazer uma oposição burra, lutando principalmente contra o social, cada um tem o fim que planta, adeus psdb, tudo virou foi "PÓ DE SERRA".